essencia

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Apresentação

Este é o blog da Célula Essência de Deus, da Paróquia Espírito Santo, em São José dos Campos -SP. Nossas atividades deram início no dia 07/03/2011, a partir da multiplicação da Célula Pão da Vida, ocorrida em 27/02/2011.

Os objetivos deste blog são divulgar a nossa experiência vivida em células, assim como partilhar os testemunhos dos nossos irmãos, que tanto tem edificado suas vidas através da vivência do evangelho e da prática das virtudes cristãs.

Aproveitamos este espaço para divulgar o Evangelho de Cristo no ambiente digital, conforme nos exorta o Papa Bento XVI.

O que são Células na Igreja Católica?
São grupos de pessoas que se reúnem nas casas, a exemplo dos primeiros cristãos, conforme o relato dos Atos dos Apóstolos (At 2,42-47 ). São pequenos grupos, de 12 pessoas, no máximo, que tem como objetivo uma nova estratégia de evangelização. Do ponto de vista funcional, crescem e se multiplicam como células vivas. As células pertencem ao Corpo de Cristo, que é a Igreja, e devem estar ligadas a uma paróquia, sob a orientação e supervisão de um sacerdote.

A célula não é um grupo fechado de cristãos, criado só para algumas pessoas da Igreja: ela é uma pequena comunidade cristã que tem a multiplicação do corpo de Cristo como objetivo. E embora tenha reuniões, não se limita a elas. Célula não é só um dia por semana, mas uma comunidade viva, em ação, onde os membros são comprometidos uns com os outros, dentro e fora das reuniões. Também não são grupos paralelos à estrutura do corpo eclesial (a comunidade maior), mas são justamente a base vivificante deste corpo.

Fonte: site http://www.comunidadefanuel.com/catolicos/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Série: Uns aos Outros – Ensino VI - Suportem-se uns aos outros






Salmo: 78, 38-39 Leitura = Efésios 4,1-3

À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!

Introdução: O mandamento do amor, para nós, parece bastante exigente: suportar os outros. Suportar quer dizer: tolerar generosamente as atitudes e ações desagradáveis ou ofensivas dos irmãos. Suportar ainda nos dá a idéia que, a justa repreensão, disciplina ou correções por atitudes e ações pecaminosas será adiada pelo maior prazo possível, na esperança de que o próprio ofensor reconheça o mal que praticou e tome providências para corrigi-lo. Às vezes, a espera pode demorar bastante, é preciso ter muita paciência e esperança.
O próprio Deus nos dá o exemplo. Ele nunca manda fazer nada que Ele próprio não esteja disposto a fazer. A paciência de Deus tem sido uma das grandes maneiras de expressar amor ao mundo. O Salmo 78, fala que somente depois de muito tempo e de muitas advertências é que Deus passou a castigar a nação de Israel. A Sagrada Escritura também nos fala da paciência de Deus no Novo Testamento: Romanos 2,4; II Pedro 3,9; Colossenses 3,12-14; Tiago 1,19.
Qual nossa atitude em querer suportar os irmãos?
Querer obedecer ao mandamento sem resmungar, contrariados, fazendo-o por constrangimento. Pelo contrário, devemos fazê-lo motivados pelo amor, querendo contribuir ativamente para o maior bem estar de cada irmão.
Qual o bem que o mandamento de suportar traz à célula?
Suportarmo-nos uns aos outros é uma maneira de preservarmos a unidade do Espírito e a paz entre os irmãos. Se os cristãos forem propensos a criticar uns aos outros, apontando hábitos indesejáveis, os defeitos de personalidades, os pecados, o temperamento difícil de alguns, o resultado poderá ser um ambiente enfumaçado por críticas e condenações – situação pouco acolhedora! Principalmente com os novos que estão chegando à célula e logo percebem o ambiente tenso e as alfinetadas durante a partilha na reunião celular. Quando os cristãos são impacientes uns com os outros, as sementes da discórdia germinam.
Por outro lado, se os irmãos cobrirem os pecados uns dos outros (no sentido de tolerância, não de omissão), em vez de atacá-lo com as picaretas da crítica afim de expor à vista de todos, os pacificadores estarão contribuindo para a formação de um ambiente de amor (veja I Pedro 4,8).
No entanto devemos lembrar que o próprio Deus não tolerou para sempre a desobediência de Israel. Depois de ter persistido por muito tempo no pecado, desprezando as muitas advertências, aquela nação recebeu um castigo exemplar. Se é vontade de Deus que sejamos tolerantes com os defeitos e pecados dos outros para que venham, por si mesmos, corrigi-los;também é verdade que poderá chegar o momento em que precisaremos adverti-lo a respeito do seu pecado (pode até mesmo, se não houver correção, excluir da célula). Com Deus não se brinca!
O cristão terá de se manter sensível e obediente à direção do Espírito Santo, para não incorrer no erro de excesso de tolerância. Tal excesso seria prejudicial à vida e à saúde espiritual da Igreja e da célula (veja I Cor 5).
Conclusão: Se os cristãos na célula se tornarem mais dispostos a procurar meios de ajudar os irmãos e irmãs a crescer na semelhança a Cristo, sendo tolerantes uns com outros, criarão uma ambiente de amor e, com certeza, os cristãos sentirão mais vontade de confessar e abandonar qualquer coisa que venha a ofender os irmãos.
Perguntas
1) De que forma devemos ser tolerantes uns com os outros na célula?
2) Você é um pessoa paciente e tolerante, se não, o que fazer para sê-lo?
3) Você já se inscreveu para o III CCC? Lembre-se de que, o Congresso é para todos: líderes e membros (se ainda não o fez, faça-o imediatamente). O III CCC visa nosso crescimento pessoal e celular.

Série: Uns aos Outros – Ensino V: Sujeitem-se uns aos outros






À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!

Introdução: O mandamento de amor de hoje diz: “Sujeitem-se uns aos outros por temor a Cristo. (Efésios 5,21). Sujeitar-se ou obedecer é uma palavra que não é bem recebida por muitos, pois evoca ficar a mercê dos caprichos e da vontade de outros. Sujeitar-se, no sentido cristão, significa reconhecer a autoridade que alguns tem em Cristo, sobre os demais. A submissão é oferecida livre e espontaneamente. É uma atitude que a pessoa se impõe a si mesma, não por mera obrigação, mas por humildade e desejo de cooperar com o bem de todas as coisas. É uma expressão de amor, que não procura seus interesses (I Coríntios 13,5), antes procura servir ao próximo (Gálatas 5,13; I Pedro 2,16-17). Esse mandamento é bastante exigente, pois pede que morramos para nós mesmos. E nem todos estão dispostos a isso. Com certeza todos já ouvimos frases como estas:
- “Não concordo com as orientações que o padre dá para as células, faço de conta que obedeço e faço as coisas do meu jeito”.
- “Não gostei do que o líder de rede falou na reunião, quem sabe da minha célula sou eu”.
- “Para que consultar o líder de área para multiplicar a minha célula, eu multiplico e acabou”.
- “Os membros do grupo querem que eu apareça toda semana? Onde já se viu limitar a liberdade pessoal da gente”.
- “Eu faço a célula como eu quero, não tenho que ficar preso às regrinhas dadas pelo padre”.
- “Estou chateado(a) com o pessoal da Igreja, vou parar de dar o dízimo, até que eles aprendam a fazer as coisas de um jeito que me agrade”.
- “Não vou multiplicar minha célula. Para que? Se está tudo bem”.
- “Não vou entrar numa célula só porque o padre quer, não gosto, não quero e acabou”.
O mandamento diz: “Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm por Cristo” (Efésios 5,21). O próprio Jesus deu o exemplo: “Então Jesus voltou com seus pais para Nazaré e continuava a ser obediente a eles…” (Lucas 2,51).
O mandamento de amor de hoje apresenta três importantes verdades:
1 – A submissão para com os irmãos é sinal que o cristão(ã) está sobre o controle do Espírito Santo. Quem é rebelde está sendo governado(a) pelo espírito de rebeldia, que tem como pai, Satanás;
2 – Tal submissão é para ser oferecida por temor a Cristo. Isso significa que devemos nos submeter aos irmãos e líderes, com a mesma sinceridade de coração com que nos sujeitamos a Jesus. A submissão é com o Senhor (Efésios 5, 22). Portanto nenhum irmão deve abusar da vontade que o outro tem de se submeter a ele (Efésios 6,5-6; I Pedro 5,1-5);
3 – A submissão a qualquer pessoa deverá ser governada pela nossa submissão a Deus. Não podemos deixar de nos submeter às instruções e aos desejos de Deus, revelados em sua Palavra. Não podemos obedecer alguém que nos peça para desobedecermos a Deus e a sua Palavra.
Conclusão: Quando um cristão se submete aos outros cristãos quer nos casos ligados a vida geral da Igreja, quer nos relacionamentos do pequeno grupo – o problema das contendas e do descontentamento tende a desaparecer. Todos se empolgam como mesmo propósito, são unidos de Espírito e cheios de amor fraternal.

Perguntas

1– Sua células é submissa à liderança do sistema celular (padre, coordenadores(a) de rede, supervisores(a) de área, e ao próprio(a) líder da célula?
2– O que leva uma pessoa a questionar tudo e ser insubmissa?
3– Como viver o mandamento: “Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que tem por Cristo”?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tenham igual cuidado uns pelos outros


O amor é a Essência de Deus! E onde há Amor, não há temor, pois o Amor lança fora o temor. Temos aprendido nessa jornada de exercício cristão que o cuidado uns pelos outros é de fundamental importância para a vida da comunidade eclesial. Quantos irmãos acabam se afastando da Igreja porque nhão encontraram na comunidade quem os considerasse importantes. 

Um simples telefonema no dia do aniversário pode significar muito para alguém que se sente só, sem amigos. O ambiente celular providencia esse convívio salutar de irmãos na fé, e permite que afetos mútuos se desenvolvam. Costumo afirmar que a grande assembléia de irmãos que se reúnem no templo para orar e celebrar a eucaristia muitas vezes não oferece espaço para o desenvolvimento de relações fortes e sinceras de amizade. Mas, no ambiente celular, pela proximidade e intimidade que permite, essas relações  e laços de amizade são fortalecidos. E no ambiente celular, que recria o ambiente familiar, podemos vivenciar o amor fraterno na sua máxima dimensão.


Relembremos as palavras do nosso querido Beato João Paulo II: 
 "A família está convocada a ser templo, ou seja, casa de oração: uma oração singela, cheia de esforço e ternura.
Uma oração que se faz vida, para que toda a vida se converta em oração. “


Texto Base para o Estudo nas Células:

Série: Uns aos Outros – Ensino IV: Tenham igual cuidado uns pelos outrosSalmo: 24(23) Leitura: I Coríntios 12,12-27
À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!

Introdução: Estamos aprendendo que a célula não é apenas um pequeno grupo, que se reúne nas casas, mas uma comunidade cristã, onde seus membros apreendem a amar, tendo como medida o amor de Cristo.
O mandamento bíblico nos diz: “… todas as suas partes tem o mesmo interesse umas pelas outras” (I Coríntios 12,25). O apóstolo Paulo orienta os cristãos de Corinto, que estavam supervalorizando alguns dons e algumas pessoas, que exerciam esses dons, e desprezando outros dons e seus usuários, a terem cuidado igual uns pelos outros.
Interesse quer dizer valorizar os outros, demonstrar interesse pelo bem estar e pelos dons espirituais de cada membro de célula, reconhecendo e aceitando plenamente o chamado e a posição que cada irmão (ã) recebeu de Deus para abençoar e servir o Corpo de Cristo (Igreja – Célula). Às vezes (e muitas vezes) existe um cuidado e uma valorização desigual na Igreja e nas células em relação aos seus membros. Quase sempre uma célula terá certos componentes que são humildes e normais, porém não muito talentosos. Estes podem ser meramente tolerados; ao passo que outros, por causa de seus dons, sua profissão, suas posses, ou seu destaque na Igreja e na sociedade, são honrados. Por conseguinte, uma comunidade em células, pode conter certos números de irmãos (ãs) menosprezados e ignorados, e ao mesmo tempo, um grupinho que se coloca diante dos outros, devido aos seus muitos dons, em atitude de arrogância. Certos membros podem receber muita atenção; outros, são invisíveis. É para curar esse tipo de doença espiritual que existe o mandamento: Tenham igual cuidado uns pelos outros.
Como podemos viver, enquanto célula e pessoalmente, este mandamento:
1 – Não deve haver arrogância ou orgulho da parte dos membros cujos dons e ministérios sejam mais corriqueiros e menos aparentes (não menos importantes) (conforme I Coríntios 12,21);
2 – Não deve haver inveja ou ciúmes por parte daqueles membros cujos dons e ministérios sejam mais corriqueiros e menos aparentes (não menos importantes) (conforme I Coríntios 13,4; 12,15-6);
3 – Os membros da célula devem valorizar e incentivar uns aos outros. O líder da célula deve dar o exemplo e ser o primeiro a honrar a todos os componentes do grupo;
4 – Todos os membros da célula (não somente os líderes) devem cuidar uns dos outros, para que ninguém se sinta menosprezado. Não fique esperando que os outros o façam e também não critique os demais membros da célula porque ninguém o fez, faça a sua parte (conforme I Coríntios 12,26; Romanos 12,15);
5 – Todo membro, reconhecendo que seu dom e o seu ministério são importantes para o bem estar da célula, deve exercer seu dom com alegria e em espírito de serviço. A célula não tem lugar para quem quer ser eternamente espectador e não servidor. No Reino de Deus, todos são chamados a servir e não somente a se servir dos outros e dos dons destes. Quem não serve ou não quer servir, não entendeu o verdadeiro amor de Cristo.
Conclusão: Quando toda célula é igualmente solícita em favor de todos os outros, a unidade do grupo é preservada e aumenta, porque o grupo evita as divisões partidárias. Rivalidade, orgulho, inveja, autossuficiência são refreados. A célula apresenta aos outros de fora, um testemunho de amor e harmonia. Muitos poderão reconhecer esses cristãos como sendo verdadeiros discípulos de Jesus.
Perguntas:
1 – Você se sente cuidado (a) pelos membros da sua célula? (não faça críticas amargas)
2 – Você cuida dos membros da sua célula?
3 – Você já descobriu seu dom e seu serviço em favor da sua célula e da Igreja?

domingo, 10 de abril de 2011

Reunião do dia 04/04/2011 - Ensino 3: Saúdem-se uns aos outros

A saudação entre irmãos é algo fundamental para a manutenção do bom relacionamento dentro de uma comunidade cristã. Não é à toa que o apóstolo Paulo exortava, em suas cartas, aos irmãos das igrejas que ele acompanhava, que dedicassem tempo e cuidado à saudação aos irmãos na fé. Essa saudação não é apenas um gesto exterior visível, mas uma prática sincera e verdadeira de manifestação do amor que deve haver entre irmãos que comungam a mesma fé, o mesmo pão, os mesmos sentimentos.


Quando Maria entrou na casa de Zacarias, ela foi saudada por Isabel, sua prima, que também estava grávida. Essa saudação é muito importante para a história da salvação. Sem conhecer Jesus, Isabel deu testemunho de sua encarnação e fez uma das mais belas profissões de fé: "...que honra é para mim que a Mãe do meu Senhor venha me visitar?" Sem dúvida, uma das mais belas passagens bíblicas, que mostra o amor que as unia e a grande consideração que Isabel tinha por Maria. Por sua vez, Maria, dispondo-se a viajar longa distância para ficar 3 meses com Isabel, a fim de ajudá-la no final de sua gravidez, mostra o quanto Isabel significava para Maria. Assim, Maria retribui a saudação de Isabel proclamando um Hino maravilhoso, o Magnificat, quando resume toda a história da salvação: "...o Senhor fez em mim maravilhas, grande é seu Nome..."

Saudar os irmãos é mais que um mero cumprimento ou hábito: é a manifestação do próprio Deus que habita em nós, através do seu Santo Espírito, que que externar todo o amor que há em nós. É quando nossa alma ..."exulta de alegria em Deus meu salvador...". Essa exaltação se faz exteriormente na forma de um gesto simples, um aceno de mão, um abraço, um beijo fraterno.

Em nossa célula todos se saúdam com alegria e entusiasmo, e nossas manifestações são alegres e sinceras. Todos procuram viver a prática da saudação a todos, indistintamente, como forma de evangelização. Saudar, acolher e amar são atitudes que revelam a presença de Cristo na comunidade. Que possamos, como o Papa João Paulo II, estar de braços abertos para saudar e acolher a todos, independente de sua condição social, raça ou cor.

Texto base para o estudo das Células
Série: “Uns aos Outros” - Ensino III: Saúdem-se uns aos outrosSalmo: Salmo 99 (98) Leituras: Rom 16,16; I Cor 16,20b; II Cor 13,12; I Pe 5,14
À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!

Introdução: Um dia você encontra um(a) irmão (ã) de célula enquanto caminha pela rua e deseja cumprimentá-lo(a) de maneira afetuosa. Então você pensa: “Nossa, como é bom encontrar com um(a) companheiro(a) de célula!” Você o(a) cumprimenta, mas ele(a) não responde ao seu animado cumprimento. Você pensa: “O que aconteceu, por que ele(a) não respondeu à minha saudação? Ficou surdo? Está preocupado(a) com algum problema? É orgulhoso(a)? Não gosta de mim?” Seja qual for a verdadeira razão, você ficou magoado (a) e aquela pessoa acaba de lançar uma sementinha de irritação e discórdia no seu coração. Por isso, o mandamento da Palavra de Deus é: “Cumprimentem uns aos outros com um beijo de irmão” (I Coríntios 16,20). Paulo sempre fazia questão de mandar saudações da Igreja onde ele estava para a Igreja a quem se destinava suas cartas - I Coríntios 16,19-20; Romanos 16,22; Atos 21,7.
Jesus reclamou que não foi saudado pelo seu anfitrião: “Você não me beijou quando eu cheguei; ela, porém, não pára de beijar meus pés, desde que entrei.” (Lucas 7,45). O beijo que aparece nestes textos tem um sentido cultural no Oriente, um aperto de mão, um abraço ou um gesto semelhante tem o mesmo sentido. Os costumes variam de um lugar para outro; mas o princípio que não muda é o seguinte: os cristãos devem valorizar a presença uns dos outros, como presença do próprio Senhor.

Como vivermos o mandamento da saudação em Cristo:1 - Devem ser pessoais e havendo possibilidades individuais (III João 1,15).
2 - Devem ser oferecidas com imparcialidade (I Coríntios 1,2-3). Não devemos saudar somente as pessoas que nos são simpáticas.
3 - Comunicarmos, quando viável, reconhecimento e apreço pelo trabalho que a pessoa faz (Romanos 16,12).
Existe alguém que eu não devo cumprimentar?
A Bíblia diz que sim. A saudação deve ser negada às pessoas, que se dizendo irmãos, estejam ensinando doutrinas contrárias a fé no Evangelho (conforme II João 1,9-11), pois quem os saúda torna-se participante das suas obras malignas.
Em que sentido o mandamento de saudar sinceramente a todos melhora o relacionamento entre os(as) irmãos(ãs) da célula?
O valor deste mandamento é grande para ajudar a se criar um ambiente de amor e afeto entre os irmãos. Praticando-o de maneira constante e coerente, a célula e toda paróquia ficará mais unida e ganhará maior ânimo para expressar de muitas maneiras o seu mútuo amor em Cristo.

Perguntas:1 - A sua célula é afetuosa, todos se saúdam? Se sim, o que isto faz a todos ? Se não, por que isto acontece? (não faça acusações ou julgamentos)
2 - Tenho o hábito de saudar a todos? Se não o faço, como posso mudar minha
atitude?

sábado, 2 de abril de 2011

Reunião de 28/03/2011 - Ensino 2: "Aceitem-se uns aos outros"


O tema de hoje:  " Aceitem-se uns aos outros", é o 2º de uma série de 25 ensinos denominados "Uns aos Outros”, com os quais faremos um aprofundamento sobre relacionamento cristão.

A base do cristianismo é o Amor, e o Amor só pode ser vivido em sua plenitude a partir da aceitação, uns pelos outros. Aceitar alguém significa respeitar seu modo de pensar, acolher com amor, ouvir, fazê-la sentir-se bem, fazer com que se sinta participante da comunidade.

Jesus nos deu muitos exemplos de aceitação, numa sociedade preconceituosa e intolerante: Jesus aceitou e acolheu a pecadora, devolvendo a ela a dignidade que já não existia; aceitou as crianças e as acolheu, exortando seus discípulos a serem como crianças, para merecerem o Reino dos Céus; aceitou e acolheu os leprosos, tocando-os e curando-os, quando a Lei o impedia; acolheu os cobradores de impostos, desprezados pelo povo; acolheu as prostitutas e os ladrões, quando ninguém mais os queria aceitar.

Jesus aceitou os pobres e os ricos, os importantes e os sem importância, os sábios e os sem conhecimento, não fez acepção de pessoas. Entre seus seguidores, aqueles que foram aceitos e acolhidos por Jesus, havia todo tipo de pessoas. O Reino de Deus era para todos, judeus e gentios, escravos e livres, ricos e pobres.

A todos ele acolheu e não desprezou, mas com seu Amor, conquistou para si os seus corações.

Nós refletimos sobre o tema e tentamos responder às perguntas:  
1) A célula deve examinar se existe alguma dificuldade de aceitar alguém?
    Por enquanto, não tivemos problemas em aceitar pessoas na célula.
O que fazer para acolher bem as pessoas na comunidade celular?
    Escutar mais do que falar, deixar que se sintam à vontade para expor suas idéias e sentimentos. Fazer com s sintam dentro do grupo, e não apenas expectadores.
2) Que tipos de pessoas seriam difíceis de acolher na célula?
    Pessoas rebeldes, que só sabem criticar a Igreja e não querem ouvir a Verdade do Evangelho, que são "convencidas" de outra verdade que não seja a nossa.
3) Que tipos de pessoas realmente não deveriam participar da célula?
 Pessoas que não comungam da mesma fé que nós, e que não aceitam que Jesus é o Senhor, nosso único Salvador. Aceitar Jesus como Senhor é condição para participar da comunidade cristã, e a célula está inserida sa Igreja, Comunidade de fiéis. Isso não significa que devemos desprezar e repudiar tais pessoas, mas apenas que não devamos aceitá-las na Célula. A não ser que se convertam e aceitem Jesus como Senhor e Salvador, não devem participar das reuniões da célula.
4) Você se sente bem aceito na paróquia e na célula?
Todos os membros de nossa célula se sentem aceitos, acolhidos e plenamente participantes da comunidade eclesial, tendo na célula sua referência mais próxima.          

Base de estudo: Ensino II: Aceitem-se uns aos outros
Salmo: Salmo 67 (66) Leitura: Romanos 15,7

À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!
Introdução: Na Igreja dos primeiros tempos do Cristianismo havia muita diversidade de etnias, formações religiosas e de classes sociais. Ali, na mesma Igreja, se encontravam judeus, romanos, bárbaros, gregos, escravos e livres, ricos e pobres. Haviam divergentes pontos de vista sobre a vida e diferentes escalas de valores.


Em meio a tanta diversidade, era inevitável que surgissem problemas. Os cristãos judeus às vezes desprezavam os cristãos vindos de outros povos. Alguns cristãos eram mais avançados na vida cristã e outros menos. Por essas e por outras razões, surgiram tensões entre eles. Tão fortes eram, às vezes, essas tensões, que os cristãos tinham dificuldade para se aceitarem uns aos outros sem fingimentos e vivessem em paz uns com os outros. Por isso, Paulo ordena aos cristãos em nome de Jesus que aceitem-se uns aos outros, como foram aceitos por Cristo.

O que significa aceitarmo-nos uns aos outros? Significa acolhermos os nossos irmãos em Cristo, livremente, sem constrangimento ou reservas, em pleno reconhecimento da nossa comunhão em Cristo. Aceitar os irmãos, mesmo existindo falhas visíveis na sua conduta, lacunas no seu conhecimento ou compreensão das Escrituras, ou mesmo diferença de opiniões sobre pontos menos essenciais da doutrina. Isto não é o mesmo que aprovar tais falhas. Significa, isso sim, que aceitamos a pessoa como discípula de Cristo e esperamos que o Espírito Santo faça o trabalho nela; e que aceitamos a responsabilidade de ensiná-la a obedecer a tudo que o Senhor Jesus ordenou (Mateus 28,20).

A razão porque os cristãos devem aceitar uns aos outros é que Cristo já os aceitou. Ele morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5,8). É necessário que nós, os cristãos sejamos misericordiosos, assim como Cristo é. Não é razoável que sejamos mais severos e exigentes do que nosso Senhor, rejeitando as pessoas a quem Ele quer receber (Mt 19,13-14). Vez por outra, pode ser que abramos a porta de nossa célula a um falso (a) irmão (ã). Mas a Palavra de Deus não nos autoriza a julgar e rejeitar pessoas que procurem unir-se ao nosso grupo, pelo motivo egoístico de querermos criar uma imagem de “perfeição” na admissão de membros. O mandamento do Senhor da Igreja é claro: Aceitem ao que é fraco na fé. Aceitem-se uns aos outros.

A Bíblia trás exemplos de aceitação e não aceitação:
Aceitação: Filemon 1, 15-17
Não aceitação: III João 1,9-10

Quando não devemos acolher ou aceitar um(a) irmão (a)na célula?
-Quando ensina uma doutrina contrária a fé cristã. - II João 1,10
-Quando o irmão ou irmã torna-se rebelde (logicamente, se houver arrependimento deve ser recebido novamente) - I Cor 5, 11-13

Perguntas
1) A célula deve examinar se existe alguma dificuldade de aceitar alguém?
O que fazer para acolher bem as pessoas na comunidade celular?
2) Que tipos de pessoas seriam difíceis de acolher na célula?
3) Que tipos de pessoas realmente não deveriam participar da célula?
4) Você se sente bem aceito na paróquia e na célula?

quarta-feira, 23 de março de 2011

Reunião de 21/03/2011 - Estudo 1: Amem-se uns aos outros

Queridos irmãos, Paz e Bem!

O tema de hoje, "Amem-se uns aos outros", é o 1º de uma série de 25 estudos denominados "Uns aos outros".

A reunião foi muito boa, todos compareceram e ainda tivemos a presença de uma visitante, a Nilceia. 

Pedimos a presença do Espírito Santo, para que nos ajudasse na condução do encontro. Todos se manifestaram, e ficou bem claro para nós que não podemos apenas dizer que amamos, mas temos que manifestar o amor...Como dizia São João Bosco: "não basta amar, é preciso demontar o amor". E essa demonstração de amor tem que ser feita por meio de atos concretos.

Após a leitura de 1ª Cor 13, passamos a meditar sobre o item 4...o que Jesus faria?

Nós recordamos o que nós fizemos por alguns membros da Célula Pão da Vida, antes da multiplicação, que estavam passando problemas financeiros, de como nós nos movimentamos para ajudá-los. Foram gestos de amor que fizeram a diferença, quando não tinham com quem contar, a não ser os membros da célula.

Ao final, nós nos comprometemos a praticar pelo menos um dos 10 modos concretos de amar durante esta semana...

Deus os abençoe e lhes dê a sua Paz! 

 

 Roteiro para reunião celular: Salmo 133(132)     João 13,31-35

À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!
            Introdução: Pouco antes de ser preso, julgado e morto, Jesus passou uma última noite em companhia dos discípulos. Valeu-se da ocasião para instruir, consolar e preveni-los.
            Sabendo que dispunha de pouco tempo para estar com eles e que, em breve, deixaria-os, Jesus contou aos discípulos alguns fatos básicos e mais importantes da vida cristã: a missão do Espírito Santo; a vida futura na casa do Pai; a missão a ser cumprida pelos discípulos; o conflito entre os discípulos e o mundo; o significado da Sua morte. Nessa morte, Ele deu a eles o Seu novo mandamento : “Amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também os outros.” (João 13,34). Esta ordem do Mestre, refletida em quase todos os livros do Novo Testamento é fundamental à vida cristã, é a identidade dos discípulos: “Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos.” (João 13,35).
            Como podemos definir o amor?
            1 – Uma afeição interna, que se demonstra em comportamentos e ações de boa vontade; que procura contribuir unicamente para o bem da pessoa amada
            2 – Não é um sentimento, mas um ato de vontade: “Se eu quero amar, eu posso amar.”
            3 – É algo prático: “Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.” (I Coríntios 13,4-7). “Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.” (I João 3,18).
            4 – É possível, pois temos em nós o amor de Deus para compartilharmos: “Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu.” (Romanos 5,5).
            Em meus passos o que Jesus faria?
            1 – Ajudar alguém nessa semana (espiritualmente ou materialmente);
            2 – Visitar alguém;
            3 – Orar por alguém que está em grande necessidade;
            4 – Tratar bem as pessoas;
            5 – Falar bem das pessoas;
            6 – Procurar não perder a paciência com as pessoas, principalmente em casa e no trânsito;
            7 – Quem for casado(a), reservar um dia nesta semana para conversar e curtir sua esposa (o);
            8 – Pais, conversarem ou brincarem pelo menos uma hora com seu filho (a) nesta semana;
            9 – Visitar, convidar para uma refeição ou telefonar para um membro da célula;
            10 – Sugira, para sua célula, outros modos concretos de amar.
            Conclusão: Façamos tudo para vivermos concretamente o amor. Não nos esqueçamos que queremos ser e viver como Jesus, que nos amou (e nos ama) até o fim (conforme João 13,1). Ore pedindo a graça de amar como Jesus amou.
 Perguntas
            1) O que você entende praticamente como amor? Quais suas características? Segundo I Coríntios 13,4-7 como podemos praticar o amor?
2) Que testemunho de amor concreto, tenho para contar aos irmãos (ãs) de célula? Estaria disposto (a)   a testemunhar na celebração mensal?

Pe. Luis Fernando
          

quarta-feira, 16 de março de 2011

Reunião de 14/03/2011: “Célula: Comunidade Cristã no Lar”


Nossa segunda reunião, desde que ocorreu a multiplicação, foi uma bênção, como de constume! Todos se manifestaram, e chegamos à conclusão de que estamos procurando viver uma verdadeira comunidade de amor, praticando os 25 pontos mencionados no texto abaixo. Acreditamos que a vivência do amor fraterno é possível quando as pessoas se conhecem bem e criam laços, e esses laços devem se estender além dos limites das reuniões semanais. Lembramos como é bom quando encontramos nossos irmãos na igreja, no meio da multidão! É como se enxegássemos a luz de um farol na escuridão da noite, uma referência entre tantos irmãos anônimos. 
Mesmo com pouco tempo de existência, nossos membros já tem bastante contato uns com os outros, desde o tempo da Célula Pão da Vida, e temos vários testemunhos de como Deus tem agido em nossas vidas pelo seu poder, seu amor e sua graça. Ao orarmos uns pelos outros, nossa comunhão e nossa intimidade parecem aumentar, à medida que nossa responsabilidade uns pelos outros também aumenta. Preocupar-se com o outro é comprometer-se na doação do seu tempo, seus bens, seu amor. Tudo é fruto do quanto você se envolve.
É isso: no amor não se pode ter medo de correr riscos. Se você não se envolve totalmente, não corre riscos. No amor não existe isso: ou você se envolve e está sujeito às consequências do amor, ou não é amor...pode ter outro nome: interesse, cobiça...Mas não amor! O amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta..."No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; ... e o que teme não é perfeito no amor. 1 João 4:18
Peçamos a Deus a graça de poder amar sem medidas, incondicionalmente, pois o amor vem de Deus e se amamos, Deus se manifesta em nós e em nós permanece, lançando fora toda espécie de mal! Pois "Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre uma multidão de pecados {Pr 10,12}. 1 Pedro 4:8
Ao final do encontro, nós nos colocamos à disposição do Espírito Santo para que ele nos faça crescer em amor, juntamente com nossa célula. "...E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação." At 2,47
Fiquem na Paz do Senhor Jesus!


ROTEIRO PARA A REUNIÃO DA CÉLULA 
leituras Bíblicas: Salmo: 15 (14)     Atos 2,24-47 

À Igreja que se reúne nas casas, Graça e Paz!
O maior objetivo da nossa visão celular (células) é criar verdadeiras comunidades cristãs nos lares, onde o mandamento de amar uns aos outros seja uma realidade. Afinal, não seremos conhecidos como discípulos e discípulas de Jesus por participarmos de uma célula, mas se nos amarmos mutuamente como disse Jesus: “Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13,35). “Para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em Ti. Que eles estejam em nós, para que o mundo creia queTtu me enviaste”. (João 17,21).

Destas afirmações do Nosso Senhor, tiramos a seguinte conclusão: se determinada célula é desprovida de um amor sincero, prático e visível, ela não é demonstração que atrai, nem ponte que conduz pessoas a Jesus. Pelo contrário, ela constitui barreira entre Jesus e as pessoas que Ele quer salvar.


Com essa série de estudos celulares denominadas “Uns aos outros” iniciamos uma nova fase em nossa vida celular, a fase da “Célula, Comunidade de Amor”. Os temas a serem desenvolvidos são mandamentos bíblicos para o amor concreto.

São eles:
1. Amem-se uns aos outros;
2. Aceitem-se uns aos outros;
3. Saúdem-se uns aos outros;
4. Tenham cuidado igual uns pelos outros;
5. Sujeitem-se uns aos outros;
6. Suportem-se uns aos outros;
7. Não tenham inveja uns dos outros;
8. Deixem de julgar uns aos outros;
9. Não se queixem uns dos outros;
10. Não falem mal uns dos outros;
11. Não mordam e devorem uns aos outros;
12. Não provoquem uns aos outros;
13. Não mintam uns aos outros;
14. Confessem os seus pecados uns aos outros;
15. Perdoem-se uns aos outros;
16. Edifiquem-se uns aos outros;
17. Ensinem uns aos outros;
18. Encorajem-se uns aos outros;
19. Aconselhem uns aos outros;
20. Falem entre você com salmos, hinos e cânticos espirituais;
21. Sirvam uns aos outros;
22. Levem os fardos pesados uns dos outros;
23. Acolham uns aos outros;
24. Sejam bondosos uns para com os outros;
25. Orem uns pelos outros.


A nossa união com Cristo faz com que sejamos membros do Seu Corpo (Igreja) e membros uns dos outros (Romanos 12,5). Ninguém pode ver os laços que nos unem. O que se pode enxergar, isto sim, são as manifestações externas dessa relação. A nossa comunhão fraterna revela o quanto estamos ligados a Cristo. Um pequeno grupo que não está manifestando a comunhão por meio do amor mútuo, precisa examinar a si mesmo para descobrir se está ou não em comunhão com Cristo.
Eu aconselho que a sua célula estude bem os mandamentos bíblicos do amor e busque colocá-los em prática na reunião e fora dela. Se precisar ficar mais tempo, quem sabe até o mês inteiro na mesma lição, não se preocupe, valerá a pena se no final todos os membros da célula a estiverem praticando. Como ensina Jesus: “Não é toda pessoa que me chama de “Senhor, Senhor” que entrará no Reino do Céu… Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu sua casa sobre a rocha.” (Mateus 7,21;24)


Temos trabalho para o ano inteiro e um pouco mais. Tenha a certeza que sua célula não será mais a mesma após essa série, com a Graça de Deus. Boa Reunião!


Perguntas
1) Sua célula pode ser considerada uma verdadeira comunidade de amor no lar?
2) Você está disposto(a) a colaborar com o Espírito Santo, para crescer no amor juntamente com sua célula?